quarta-feira, 29 de julho de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Incentivo á Mudança por parte do actual Presidente de Junta de Oliveira Santa Maria
O Sr. Presidente da Junta de Oliveira Santa Maria, teve, numa entrevista ao jornal "O Povo Famalicense", a melhor afirmação dos ultimos tempos, a qual o BLoco de Esquerda desta Freguesia concorda plenamente, nunca concordamos nós tanto com o Sr. Presidente como nesta sua afirmação que passamos a citar:
"Desde logo porque acho que é positiva a alternância."

quarta-feira, 15 de julho de 2009
Outdoor do Bloco apela a justiça para quem trabalhou 40 anos

O direito à reforma completa aos 40 anos de descontos foi uma das propostas apresentadas pelos deputados bloquistas que o PS chumbou no parlamento. Nesta pré-campanha, o Bloco insiste na necessidade de justiça para quem trabalhou toda a vida e que a actual lei obriga a continuar a trabalhar para não ser penalizado na reforma. Porque é altura de acabar com o desprezo com que os governos têm tratado tantos milhares de pessoas que trabalham há mais de meio século.
domingo, 12 de julho de 2009
BE-Famalicão contra o absolutismo na autarquia
O Secretariado Concelhio de Famalicão do Bloco de Esquerda reagiu em comunicado à imprensa ao anúncio da recandidatura de Armindo Costa. Para os bloquisas famalicenses esta recandidatura representa “a continuidade da política até aqui praticada, de que a arrogância da maioria absoluta no desprezo pela oposição é o expoente máximo.”
Comunicado à imprensa
O recente anúncio da recandidatura de Armindo Costa à presidência da Câmara Municipal de Famalicão veio desvendar um segredo, que não o sendo, manifesta as dificuldades porque passa a coligação PSD/PP.
Os últimos actos praticados pela Câmara Municipal e a “intensa actividade” do presidente Armindo Costa na colocação de primeiras pedras em tudo que é pequena obra, com destaque para as realizadas nos adros das Igrejas, só podiam ser vistos como iniciativas de pré-campanha eleitoral.
Extraordinário é o facto de o anúncio da candidatura não seja para mostrar a obra feita, mas sim para voltar a prometer as mesmas obras que não conseguiu concretizar em 2 mandatos.
Do mandato que Armindo Costa agora termina há a reter uma preocupante discriminação das freguesias em função da cor política que governa a respectiva Junta de Freguesia e a afirmação de um narcisismo condenável, através de propaganda paga pelo município.
O mandato que agora termina foi o mandato em que os famalicenses mais pagaram a factura de uma politica errada, foi o acentuar da crise e a falta de soluções no apoio às famílias, ao tomam medidas para entregar ao capital privado a gestão dos equipamentos desportivos, num negócio ruinoso para o município que irá condicionar o futuro do concelho.
A recandidatura de Armindo Costa manifesta a continuidade da política até aqui praticada, de que a arrogância da maioria absoluta no desprezo pela oposição é o expoente máximo.
Esta recandidatura revela ainda um estranho apego ao poder de Armindo Costa e por outro lado uma manifesta incapacidade de renovação dos partidos que compõem a Coligação e ainda a continuidade de diversos interesses que se foram instalando na gestão do município.
O Bloco de Esquerda, que se apresenta ao próximo acto eleitoral com o objectivo de impedir a maioria absoluta, apresenta aos famalicenses uma candidatura sustentada num programa de acção para todo o concelho na convicção de que, pela primeira vez, V. N. de Famalicão irá ter um vereador de uma esquerda verdadeira que irá contribuir para a mudança de que o concelho precisa.
Continue lendo >>sábado, 11 de julho de 2009
Programa para um Governo que responda à urgência da crise social

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I. QUATRO ANOS E MEIO DE CONTINUAÇÃO DA DEVASTAÇÃO LIBERAL
Durante quatro anos e meio, o Governo Sócrates dispôs de maioria absoluta: teve todo o poder e usou todo o poder. Os resultados foram mais privatizações, a degradação de serviços públicos, a acentuação das injustiças.
Nestes anos em que uma crise nova agravou a crise antiga, Portugal atinge um máximo histórico de desemprego e de exclusão, num país de pobreza em que a desigualdade é a maior da Europa.
A maioria absoluta reforçou a protecção dos interesses económicos e o rentismo das classes dominantes, habituadas ao privilégio do apoio carinhoso do Estado, à promoção de vantagens para as fortunas, à captação de dinheiros públicos, ao silêncio a respeito das falcatruas. Os escândalos do BCP, do BPN e do BPP revelaram a face escondida desta economia: mais de 4 mil milhões de euros espatifados nos casinos bolsistas, em comissões corruptas em offshores, em contas secretas e mesmo num banco clandestino, em lucros embolsados e numa vertigem de aproveitamento próprio. A regulação liberal conduzida pelo Banco de Portugal e pelos sucessivos governos fechou os olhos e essa é a sua natureza.
Portugal viveu, nestes anos da maioria absoluta do Governo Sócrates, um forte choque social. Esse choque atingiu em primeiro lugar os trabalhadores e as trabalhadoras. Foi alterado o regime da segurança social, com o objectivo de reduzir progressivamente o sistema público de protecção social a uma assistência caritativa, diminuindo o valor das pensões futuras e aumentando a idade da reforma.
Foram impostos o Pacote Laboral e novas regras para os contratos individuais na Função Pública, promovendo a precarização da vida e do trabalho e a prepotência patronal. O resultado é mais de meio milhão de desempregadas e desempregados em 2009, sem contar com aqueles ignorados ou escondidos pela estatística, com um predomínio para o desemprego de longa duração, que se estende entretanto a dezenas de milhares de jovens licenciados. O capitalismo é tóxico: a recessão demonstrou o colapso económico e social de um regime assente em salários baixos, subsídios às impresas, plenos poderes do capital financeiro e corrupção generalizada.
Este choque social provocou uma catástrofe e facilitou o afundamento da economia, mergulhada na mais grave recessão dos últimos 35 anos. O modelo de desenvolvimento liberal tornou-se um pântano. Combater esse pântano é o objectivo do Bloco de Esquerda. O programa de governo que é aqui apresentado demonstra a viabilidade de uma política de esquerda, de um combate pela justiça social e de uma resposta socialista à crise.
Portugal europeu do século XXI, país atrasado e injusto, precisa de um novo ciclo de respostas sociais e este só pode ser criado com a força transformadora de uma política socialista de esquerda. Esse é o objectivo e a razão de ser do Bloco de Esquerda.
domingo, 5 de julho de 2009
Liberdade 2009 junta jovens bloquistas no Verão

De 17 a 21 de Julho, a revolta não tira férias e conta contigo no Acampamento do Bloco. Num espaço onde impera a auto-gestão, a democracia e a solidariedade, criamos formas de activismo contra as opressões e discriminações que sofremos diariamente. Inscreve-te aqui e vê o programa de actividades .
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